A odisséia de mudar o endereço de uma empresa

por Luciano Carvalho em 9 de março de 2010, às 11:20

Mudar uma família de endereço já é um pouco complicado, mas mudar o de uma empresa tem sido uma odisséia! :^)

Segue um resumo dos passos que seguimos até agora neste processo de mudança:

  1. Antes de mais nada, encontrar um imóvel adequado para, pelo menos, os próximos 12 meses de operação da empresa. Isso significa vários dias de trabalho comparando diversos imóveis planilhados e conversar com muitos donos de imóveis e imobiliárias;
  2. Consulta prévia do novo endereço, para ver se a Adminitração Regional irá liberar a atividade pretendida para o local. Solicitação via internet, ao ser liberado gera uma página com o endereço correto (numeração predial) do imóvel pretendido;
  3. Negociação e assinatura do novo contrato de aluguel. São 2 vias x 5 páginas com reconhecimento de firmas do locador, locatário e dois fiadores.
  4. Alteração do contrato social da empresa. A nossa totalizou 5 páginas, já incluindo uma consolidação contratual;
  5. Comunicação da mudança à Secretaria de Receita Estadual, SEFAZ/DF no nosso caso. 1 página em 2 vias. Se o administrador comparecer pessoalmente, não precisa reconhecer firma.
  6. Recepção das chaves do novo endereço com assinatura do termo de vistoria. (2 páginas em 2 vias, firmas do locador e locatário reconhecidas)
  7. Mudança do estoque e móveis para novo endereço. Pagamento da empresa de mudança. (Nota Fiscal de Serviços)
  8. Limpeza, pintura e pequenos serviços no imóvel anterior para devolver conforme inicialmente locado. (Nota Fiscal de Serviços)
  9. Desligamento da energia elétrica e água no imóvel anterior e religamento no novo, com leitura dos relógios. (4 páginas)
  10. Devolução do imóvel anterior. Termo de devolução de chaves e recebimento do imóvel (1 página em 2 vias).
  11. Composição do DBE - Documento Básico de Entrada do CNPJ - que já tem convênio com a Junta Comercial e, dessa forma, os dois órgãos são atualizados simultaneamente. 4 páginas entregues eletronicamente no site da Receita Federal. 
  12. Entrada na Junta Comercial de toda a documentação:
    1. consulta prévia;
    2. cópia autenticada do contrato de locação (5 páginas)
    3. uma via de diversos documentos de requisição de alvará de funcionamento para o novo local: documentos assumindo reponsabilidade pela não invasão de área pública, conhecimento de normas contra incêndio, declaração da locadora com metragem ocupada, etc) total de 5 páginas todas com firma reconhecida dos declarantes;
    4. 4 vias do contrato social (20 páginas no total);
    5. 1ª página da DBE, também com firma reconhecida.
  13. No 3º dia útil após a entrega soubemos que a Junta Comercial recusou nossa alteração contratual alegando a falta de uma cláusula. Não concordamos, mas para agilizar, é melhor cumprir: nova alteração do contrato e mais 4 vias entregues com as firmas dos sócios reconhecida. Foram mais 20 páginas. 
  14. Homologação ok do contrato na junta comercial / Receita Federal. Nesse ponto conseguimos começar a alterar o cadastro em alguns fornecedores, mas não todos pois vários exigem a alteração na SEFAZ/SINTEGRA também. Tivemos problemas no preenchimento da DBE, teremos que fazer uma nova em seguida para alterar os contatos (telefone, fax, email).
  15. Preenchimento da FAC - Ficha Cadastral no site da SEFAZ/DF com o uso do e-CNPJ. Alteração de muitas informações, em processo semelhante ao da DBE, praticamente repetindo tudo. Como mudamos de escritório de contabilidade também, para este documento será necessário aval inclusive do CRC - Conselho Regional de Contabilidade. Mais 5 páginas.
  16. Entrega da 1ª página da FAC com firmas reconhecidas do sócio administrador e do contabilista e ainda precisa de uma etiqueta do CRC. Junto vai a documentação completa de comprovação das mudanças na SEFAZ/DF. Total de 7 páginas. Embora eles peçam um prazo de 8 dias úteis para analisar e aceitar ou não, surpresa: o cadastro foi liberado no mesmo dia.

Embora já tenhamos impresso 100 páginas, reconhecido YY firmas, autenticado ZZ cópias, o processo ainda segue: temos que obter o Alvará de Funcionamento, temos que atualizar o cadastro no INSS e Caixa Econômica Federal (por causa do FGTS). Depois disso vêm o restante dos "interessados" como bancos, cartões de crédito, fornecedores, Correios, DETRAN entre (muitos) outros. Na verdade temos uma planilha com mais de 200 pessoas jurídicas ou órgãos à comunicar a mudança. Muitos não serão informados agora, como empresas onde não costumamos comprar com regularidade.

De fato, neste ponto já estamos conseguindo atualizar cadastro em praticamente todos os fornecedores enviando cópias pela Internet do que já temos pronto: CNPJ, Inscrição Estadual e Contrato Social consolidado. As alterações normalmente são feitas no mesmo dia, mas alguns ainda exigem inclusive o envio pelos Correios de parte da documentação.

Vamos atualizando o "script" acima a medida que mais etapas forem cumpridas.

IRRF - Imposto de Renda Retido na Fonte no aluguel

por Luciano Carvalho em 5 de março de 2010, às 19:29

Todos que trabalham com carteira assinada e ganham por volta de R$ 1.700 ou mais por mês, conhecem a sigla IRRF - Imposto de Renda Retido na Fonte. Trata-se de um "adiantamento" mensal que o contribuinte faz do Imposto de Renda que será devido (ou não) no ajuste anual do ano seguinte. É semelhante ao carnê-leão, mas o processo é feito pelas empresas que pagam os rendimentos aos contribuintes. Neste post, trato não sobre o IRRF dos salários, mas sim sobre o IRRF sobre outro rendimento que pode ser recebido pela pessoa física de uma pessoa jurídica: o aluguel.

Nossa empresa passou a locar o imóvel de sua sede diretamente de uma pessoa física. Diretamente porque não há uma terceira pessoa jurídica intermediando a locação, como, por exemplo, uma imobiliária. Neste caso, segundo o artigo 631 do Regulamento do Imposto de Renda - RIR/99, o contribuinte pessoa física que perceber rendimentos pagos por pessoa jurídica, terá o imposto de renda retido por ocasião do pagamento. Sendo o valor total acima do limite de isenção, a PJ locatária é obrigada a recolher o IRRF. Se houver mais de um pagamento dentro do mesmo mês, os valores serão somados para definição da alíquota, mesmo que um ou mais deles esteja abaixo do limite de isenção.

Se os pagamentos fossem efetivados pela locatária em favor de uma imobiliária, esta receberia e valor integral e ela própria seria responsável pelo pagamento do rendimento à pessoa física locadora e, portanto, pela retenção do IRRF. Neste caso, seria possível reduzir a base de cálculo a partir do desconto da comissão paga pela locadora pelos serviços de recebimento da imobiliária. Leia mais...

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Financeiro | Fiscal

Frequencia de operação GSM no Brasil

por Luciano Carvalho em 5 de março de 2010, às 16:46

Meio difícil a informação de freqüência de operação no Brasil das operadoras GSM. Precisamos agora de tarde para configurar um aparelho PlugCell GT 111 que estamos homologando.

Segue abaixo o que encontrei na net. Se quiser complementar ou corrigir, deixe um recado aí embaixo.

Operadora Freqüência
GSM
Endereço Site
BrasilTelecom 1800MHz SIA Sul - ASP - Lote D - Bloco B - 1º Andar
71215-000 - Brasília/DF
http://www.brasiltelecom.com.br
Claro 1800MHz Rua Florida, 1970
Cidade Monções
04565-907 - São Paulo/SP
http://www.claro.com.br
CTBC 900/1800MHz Av. Afonso Pena, 3928
Bairro Brasil
38400-668 - Uberlândia/MG
http://www.ctbctelecom.com.br
Oi
1800MHz Rua Humberto de Campos, 425 - 8º andar
Leblon
22430-190 - Rio de Janeiro/RJ
http://www.oi.com.br
Sercomtel Celular
900/1800MHz Rua Professor Cândido, 555
Centro
86010-000 - Londrina/PR
http://www.sercomtelcelular.com.br
Telemig Celular
Amazônia Celular
900/1800MHz Rua Levindo Lopes, 258 - 4° andar
Savassi
30140-170 - Belo Horizonte/MG
http://www.telemigcelular.com.br
http://www.amazoniacelular.com.br
TIM 1800MHz Av. das Américas, 3434 - 5° andar
Barra da Tijuca
22640-102 - Rio de Janeiro/RJ
http://www.tim.com.br
Vivo 850MHz Av. Ayrton Senna, 2.200, bloco 2 - 2º andar
Barra da Tijuca
22775-003 - Rio de Janeiro/RJ
http://www.vivo.com.br

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Tecnologia

Como mostrar as extensões dos arquivos e os arquivos ocultos

por Luciano Carvalho em 5 de março de 2010, às 12:21

Sou desenvolvedor de software, então odeio não ver algum arquivo e não ver ou não poder trocar facilmente a extensão de arquivos. Volta e meia preciso fazer isso em alguma máquina e nunca lembro o caminho.

Vou documentar aqui pra ter onde achar com facilidade. Só faça isso em sua máquina se souber exatamente o que está fazendo. Apagar ou simplesmente renomear um arquivo que não está mais oculto pode danificar permanentemente o sistema operacional.

Para modificar o comportamento padrão do Windows Explorer e assim exibir as extensões e arquivos ocultos, o caminho é (é necessário ser administrador do sistema):

  1. Abra o "Painel de Controle";
  2. Clique em "Aparência e Personalização" e depois "Opções de Pasta" ou, no modo clássico, vá direto em "Opções de Pasta"; e
  3. Na aba "Modo de Exibição", desmarque as caixas de seleção "Ocultar arquivos protegidos do sistema operacional" e "Ocultar as extensões dos tipos de arquivos conhecidos" e ainda clique no botão de rádio "Mostrar pastas e arquivos ocultos".

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Tecnologia

Desconto no IPVA para pagamento adiantado vale a pena?

por Luciano Carvalho em 3 de março de 2010, às 19:41

A Secretaria de Fazenda do Distrito Federal, como opção ao pagamento do IPVA 2010 em três parcelas, está dando 5% de desconto para pagamento à vista. A princípio pode parecer um desconto pequeno, mas acompanhe o exemplo abaixo de uma de nossas Fiorinos (ano do modelo 2008, placa final 7):

À vista: R$ 713,01 a serem pagos em 15/abril/2010.
Parcelado: 3 parcelas x R$ 250,18 a serem pagas em 15/abril, 15/maio e 15/junho de 2010.

No final, são R$ 750,54 contra R$ 713,01, uma diferença de R$ 37,53 que, sem uma análise melhor, aparenta não valer a pena em troca do prazo ganho.

A pegadinha aparece quando levamos em consideração que a primeira parcela deverá ser paga na mesma data que o pagamento integral à vista. Assim, o Custo Efetivo Total da operação é diretamente afetado: nas condições expostas, você não está deixando de pagar todos os R$ 713,01, pois R$ 250,18 terão que ser pagos em 15/abril de qualquer forma. O resultado é que optando pelo parcelamento, estariamos "financiando" R$ 462,83 em duas parcelas de R$ 250,18, o equivalente a 5,36% de juros ao mês ou 87,1% de juros ao ano!

Obviamente, a conclusão é que vale muito a pena pagar este IPVA adiantado. Inclusive, se nossa empresa não tivesse caixa suficiente em 15 de abril, optaríamos por um empréstimo de capital de giro para quitar este IPVA antecipado. Sairia mais barato do que "pagar" este custo que equivale ao do cheque especial.

A lição que ficou dessas pequenas contas é sempre montar uma planilha antes de tomar uma decisão!

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Contabilidade | Fiscal

Visa Vale não disponibilizou benefício já pago

por Paulo Garcia em 4 de janeiro de 2010, às 19:08
Mensalmente fazemos a solicitação do benefício alimentação que é disponibilizado para nossos funcionários através de cartões emitidos pela Visa Vale. A Visa Vale disponibiliza um site para solicitação de pedidos que posteriormente disponibiliza o boleto bancário para pagamento do mesmo.

No que diz respeito ao pedido de benefício alimentação realizado em 16/12/2009, venho manifestar meu descontentamento, pois na ocasião o sistema da Visa Vale permitiu a criação do pedido mas não disponibilizou o boleto para pagamento do mesmo.

Passei do dia 16/12/2009 ao 23/12/2009 ligando quase todos os dias para informar sobre o problema no sistema de cobrança do site que não disponibilizara o boleto para pagamento. o Atendimento da Visa Vale sempre tiha a mesma resposta que era, fazer a impressão da tela e enviar por email para que eles pudessem resolver o problema.

No dia 23/12/2009, expliquei para a atendente da necessidade de fazer o pagamento do pedido com antecedência para que o benefício fosse disponibilizado a tempo para nossos funcionários. Já que no site não podia ver o boleto bancário, a atendente teve a idéia de me informar o número do boleto por telefone. Com o número em mãos, consegui finalmente fazer o pagamento do pedido com a esperança que após a virada do ano, todos funcionários poderiam ir as compras e utilizar seus cartões com tranquilidade.

No dia 01/01/2010, recebi ligação de um de nossos funcionários constrangido por estar no caixa do supermercado informando que os benefício não havia sido disponibilizado.

Hoje, entrei em contato com a Visa Vale que informou que nada poderia fazer pois teria que abrir uma ocorrência e teria que aguardar 2 dias úteis para saber o resultado.

Já se passaram mais de 15 dias do pedido e até o momento nossos funcionários não podem utilizar o benefício alimentação e a Visa Vale não fornece qualquer explicação consistente sobre o ocorrido. Os atendentes se recusam a informar sobre o número de telefone da ouvidoria e insistem em passar informações vagas com base em textos pre-fabricados que são sendo lidos naquele momento. 

Digo isso porque, passei 45 minutos revisando o texto da ocorrência conforme ia ditando para atendente, pois se dependesse dela, o que seria descrito seriam apenas uma frase com 6 ou 7 palavras que seriam posteriormente ignoradas pelo "Setor Responsável".

Agora sim temos um problemas, fizemos um pedido que não aparece no sistema, pagamos um boleto que não pode ser relacionado a um pedido, nossos funcionários não possuem fundos para fazer suas compras no supermercado e para finalizar dependemos agora da morosidade do processo de resolução de ocorrências da Visa Vale, que ao meu ver não consegue acertar.

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Administração

HTTPS e Certificados SSL: Domain Validation e Extended Validation

por Luciano Carvalho em 21 de dezembro de 2009, às 11:02

Normalmente, precisamos de certificado SSL por dois motivos: 1) poder comprovar o nome do servidor para os clientes; e 2) criptografar os dados que trafegam entre um cliente e o servidor. É um certificado instalado no computador que está "servindo" as páginas que permite o uso da versão segura do protocolo http, o https. Assim o usuário tem um certo nível de confiança de que está fornecendo seus dados para o servidor correto e de que o tráfego de dados não pode ser facilmente capturado e analisado.

Um requisito fundamental para um certificado é ser emitido por uma Autoridade Certificadora - AC - confiável, por padrão, para os sistemas operacionais e browsers. Atendido este requisito, certificados SSL são muito parecidos e variam de preço de maneira aparentemente absurda. Normalmente o preço do certificado aumenta de acordo com a confiabilidade que os usuários tem no que a AC está garantindo. Se a AC for mais antiga e/ou mais reconhecida, tende a cobrar mais por seus certificados. Verisign e Thawte são duas AC pioneiras e tem seus nomes associados à certificados seguros e, consequentemente, sites seguros. Além do conceito abstrato do reconhecimento, o processo de certificação também é importante. Antigamente os certificados eram emitidos mediante análise de documentação, mas os processos de emissão foram sendo automatizados e os preços foram caindo.

Atualmente, praticamente todas as ACs tem um processo simples chamado Domain Validation, ou DV, que checa a propriedade do domínio enviando um email para o seu administrador. Para exemplificar, você quer emitir um certificado DV para o servidor de nome seguro.sualoja.com.br. A AC validará a autenticidade do pedido de certificado enviando um email para admin@sualoja.com.br ou outro email que esteja cadastrado como dono do domínio sualoja.com.br. A emissão do certificado é feita em alguns minutos, sendo automatizada toda a parte do trabalho da AC. Leia mais...

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Tecnologia

Monitore gratuitamente o seu site com pingdom

por Luciano Carvalho em 17 de dezembro de 2009, às 23:15

Numa das vezes em que o Twitter estava com problemas, eles divulgaram este relatório de disponibilidade (ou uptime). Foi assim que descobrimos o pingdom. O pingdom é um sistema de monitoração de sites composto por diversos computadores espalhados pelo mundo.

Com a frequencia que for configurada, um destes computadores conecta no site monitorado usando o protocolo definido: http, smtp, entre outros. O ping também é uma opção, embora nenhuma conexão seja estabelecida e só haja contabilização do tempo de resposta. Se houver falha, um outro computador tentará realizar a mesma conexão, eliminando assim o risco do problema ser na origem e não no destino.

Assim, de minuto em minuto, 24 horas por dia, os dados de uptime do seu site vão se acumulando. A grande utilidade de monitorar um site é ser avisado sempre o serviço do site não estiver disponível. Assim pode-se agir rapidamente para recolocá-lo no ar. As notificações de que o site está com problemas podem ser recebidas por email, SMS e, para quem gosta de transparência, pelo Twitter. Leia mais...

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Administração | Tecnologia

Saiba como usar o encurtador de endereços do Google, o goo.gl

por Luciano Carvalho em 16 de dezembro de 2009, às 13:33

Ontem o Google lançou um novo serviço para engrossar o rol de outras dezenas de serviços gratuitos: um novo encurtador de URL (endereços da Internet). Esse serviço concorrerá com os muitos que seguiram o precursor tinyurl.com, como bit.ly que é padrão do Twitter, o fb.me que pertence ao Facebook e o brasileiro migre.me. O nome escolhido foi goo.gl e, em menos de 24 horas do lançamento, já deve ter mais de 10 milhões de páginas na Internet sobre o assunto.

O site ainda é uma página estática em inglês, mas o serviço já pode ser usado através do FeedBurner e do Google Toolbar. Acabei de testar com o Google Toolbar no Internet Explorer 8 em português brasileiro e no Firefox 3.5 também em português brasileiro.

Para instalar a versão mais nova do Google Toolbar em seu browser, entre em toolbar.google.com. Após a instalação, quem já tinha uma versão anterior da toolbar notará um novo botão Compartilhar.

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Tecnologia

Troque o script de rastreamento do Google Analytics pela nova versão assíncrona

por Luciano Carvalho em 16 de dezembro de 2009, às 11:31

No começo deste mês, o Google liberou um novo script para rastreamento de visitas do Analytics. Este novo script trabalha de maneira assíncrona e não síncrona como o atual.

O script atual executa um comando e aguarda a resposta dos servidores do Google. Enquanto a resposta não vier (ou um timeout), o carregamento da página fica bloqueado. Por esse motivo, quem cria a página coloca (ou ao menos deveria colocar) os scripts no final dela, assim o impacto sobre o usuário fica minimizado. Já com o novo script assíncrono isso não é necessário pois a sua execução não bloqueia o carregamento da página. Ele é executado muito rapidamente pelo browser do usuário e o carregamento da página finaliza sem necessidade de esperar a resposta dos servidores do Google. Posteriormente a resposta é processada em background enquanto o usuário já está visualizando o conteúdo da página.

Resumindo, a dica é: troque seu script de rastramento atual pelo novo. O resultado é que seu site carregará mais rápido e que os dados levantados, segundo o Google, serão mais precisos. Leia mais...

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