SCX-4200 e SCX-4521F se aposentam e dão lugar à SCX-4600 e SCX-4623F

por Luciano Carvalho em 30 de abril de 2010, às 18:39

Após vários anos de sucesso em vendas, a Samsung está retirando do mercado as multifuncionais laser monocromáticas (que imprimem somente em preto) SCX-4200 e SCX-4521F. Em seus lugares entram, respectivamente, a SCX-4600 e a SCX-4623F. Ainda não sei se é uma experiência ou se já é definitivo, mas, no momento, nenhum dos distribuidores oficiais tem mais estoque das antigas. Nós mesmo, só temos mais duas peças de cada e, pelo jeito, acabou.

Pelo histórico dos modelos anteriores, nos próximos meses estas novas impressoras devem virar o carro chefe da Samsung em vendas de multifuncionais laser no varejo.

Multifuncional Laser Monocromática 3 em 1: impressora, copiadora e scanner
  • 22 ppm em A4 e 23 ppm em Carta
  • Digitalização colorida até 4.800 dpi
  • USB 2.0
  • Botão "Print Screen" e função "Any Web" (imprime a tela do computador e páginas web)
Multifuncional Laser Monocromática 4 em 1: impressora, copiadora, scanner e fax
  • 22 ppm em A4 e 23 ppm em Carta
  • Digitalização colorida até 4.800 dpi
  • USB 2.0
  • Fax Super G3 (33,6 Kbps)

Ambas trabalham com os mesmos suprimentos: cartucho de toner MLT-D105S/XAA com capacidade para imprimir 1.500 páginas* e cartucho de toner MLT-D105L/XAA de 2.500 páginas*. Estes cartuchos são diferentes dos da SCX-4200 e SCX-4521F cujos rendimentos eram de 3.000 páginas*.

Vamos acompanhar os preços, mas, aparentemente, ambas são um pouco mais caras que suas predecessoras.

* Capacidade de impressão segundo norma ISO/IEC 19752, com 5% de cobertura da página.

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Comercial | Tecnologia

Pague com cartão de crédito e ganhe desconto do boleto mesmo assim!

por Luciano Carvalho em 30 de abril de 2010, às 16:36

Com todo o movimento que está acontecendo no mercado de cartões de crédito, mais e mais pessoas passarão a usar o "dinheiro de plástico". Estima-se que o mercado simplesmente dobre até 2014. Sem citar todas as facilidades e benefícios que um cartão de crédito oferece, ele tem (pelo menos) um lado negro: aumentar o custo final dos produtos e o valor dos impostos que incidem sobre a venda.

As operadoras do VISA e Mastercard, atualmente apenas Visanet e Redecard, cobram taxas de desconto do comerciante. Esta taxa incide diretamente sobre o valor da transação. Para uma venda de R$ 100 e taxa de desconto de 4%, o vendedor receberá R$ 96 31 dias após a "venda a vista", implicando em outros "porcento" de custo para capital de giro. Além disso, os impostos atacam o valor final da venda, ou seja, todos os R$ 100.

Muitas vezes os comerciantes repassam um desconto razoável no pagamento em dinheiro (mesmo sendo prática proibida contratualmente pelas operadoras). Na internet, onde as margens são mais baixas, a prática se repete no pagamento com boleto. Isso porque o boleto é um pagamento à vista de verdade. O dinheiro entra na conta da empresa na mesma noite do dia útil do pagamento. Outra vantagem é que não existe uma taxa de desconto, e sim uma tarifa fixa que é combinada com o banco. Dependendo do volume e da negociação, esta tarifa pode ser de R$ 2,00 ou até menos. Ou seja, quanto maior o valor do pagamento, maior ainda fica a vantagem em custo sobre o cartão de crédito.

Para piorar esta situação, no Brasil e em poucos outros países, popularizou-se Leia mais...

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Financeiro

MercadoPago já pode ser usado fora do MercadoLivre

por Luciano Carvalho em 29 de abril de 2010, às 01:18

Com o tão esperado fim do contrato de exclusividade entre Visanet (hoje Cielo) e a VISA, diversos novos players entrarão no mercado. O banco Santander, por exemplo, já anunciou sua saída da Cielo e parceria com a GetNet para realizar o processamento de transações de todas as bandeiras. Eles estão incluindo no pacote diversos serviços agregados, como recarga de cartões telefônicos. O Banco do Brasil e o Bradesco (grandes acionistas da Cielo) criaram uma nova empresa para lançar a bandeira Elo e concorrer com as gigantes VISA, Mastercard e American Express. Excelente, quanto mais concorrência, melhor para os consumidores e melhor para os comerciantes.

A internet ainda tem espaços enormes a serem explorados no Brasil pela indústria de meios de pagamentos. No meu ver, nenhuma das empresas brasileiras ofereceu até o momento um serviço matador e/ou de baixo custo. O PayPal já pode ser usado no Brasil, em Reais. No entanto, como sua sede é em Cingapura, incidem diversos impostos que aumentam, e muito, os custos da transação.

Seguindo o modelo já implantado em outro países, agora o MercadoPago pode ser usado para vendas em outros sites, fora do MercadoLivre. Nossa empresa já fez centenas de transações com sucesso no MercadoPago, sendo um processo relativamente tranquilo. No entanto, o custo continuará sendo um problema.

No novo modelo proposto, eles descontam 4,99% do valor da transação Leia mais...

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Comercial | Financeiro

Arquivos do SPED devem ser gerados com codificação ISO 8859-1

por Luciano Carvalho em 21 de abril de 2010, às 12:41

No Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Contábil Digital - LECD, está especificado:

"Arquivo no formato texto, codificado em ASCII - ISO 8859-1 (Latin-1), não sendo aceitos campos compactados (packed decimal), zonados, binários, ponto flutuante (float point), etc., ou quaisquer outras codificações de texto, tais como EBCDIC;"

Nosso sistema, desenvolvido em C#, estava gerando os arquivos do SPED com o método CreateText da classe System.IO.File.

StreamWriter sw = System.IO.File.CreateText(path);
sw.Write(livroEletronico.ToString());
sw.Close();

O problema é que, por padrão, este método gera arquivos texto com codificação UTF-8. Isto resultava em acentuação e outros caracteres especiais incorretos no programa validador do SPED Contábil. Veja exemplo abaixo:

Detalhe relatório do SPED em UTF-8

Para corrigir esta situação, bastou gerar o arquivo com o método WriteAllText. Este método cria e abre o arquivo, escreve todo o conteúdo da string passada e fecha o arquivo na sequencia. Se o arquivo já existir, será sobrescrito. Este é o método ideal porque podemos especificar facilmente a codificação ISO-8859-1:

System.IO.File.WriteAllText(path, livroEletronico.ToString(), Encoding.GetEncoding("ISO-8859-1"));

Veja o novo resultado:

Detalhe relatório do SPED ISO 8859-1

Obs.: nos exemplos, "livroEletronico" é uma instância da classe StringBuilder do namespace System.Text. Ela é utilizada como buffer do conteúdo completo antes da geração do arquivo em si.

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SPED Contábil | SPED Fiscal | Tecnologia

Vídeos do Microsoft Courier, futuro concorrente do iPad

por Luciano Carvalho em 19 de abril de 2010, às 12:47

Sete meses atrás o Gizmodo publicou um artigo sobre o Microsoft Courier. Trata-se de um projeto de computador tipo tablet com duas telas sensíveis ao toque e prontas para escrita direta com "caneta" (como os antigos Palm). Vamos ver quais serão os próximos passos da Microsoft e como será a versão final deste produto.

Os vídeos, muito bem produzidos, deixam uma excelente impressão sobre o futuro produto. Vale lembrar que a Apple, aproveitando software e mesmo o design do iPod Touch / IPhone, lançou bem antes o iPad que já é um mega sucesso de vendas.

Atualização 30/04/2010: "Microsot deixa o projeto do Courier de lado, mas pode resgatá-lo." Parece que no momento, a parceria com a HP fala mais alto do que ter o produto próprio.


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Comercial | Tecnologia

Formatação automática de código no seu blog

por Luciano Carvalho em 16 de abril de 2010, às 14:21

O site www.manoli.net tem um formulário para formatação automática de código fonte. O autor liberou também o código fonte em C#. Para o código html gerado ser apresentado corretamente você deve colocar um link para o estilo correto dentro de sua página:


<link rel="stylesheet" type="text/css" href="csharp.css">

A instalação padrão do BlogEngine.NET traz uma extensão baseada neste código para formatação automática de código chamada CodeFormatterExtension. Para utilizá-la, no BlogEngine.net use tags da seguinte forma:Leia mais...

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BlogEngine.NET

Como trocar o ícone padrão do Blogengine.net

por Luciano Carvalho em 16 de abril de 2010, às 13:13

O favicon é o ícone que aparece do lado esquerdo de um endereço http no seu browser. Este ícone ficou mais importante com os browsers modernos que tem abas.

Uma grande parte dos sites faz uso do favicon para se diferenciar visualmente dos demais dentro de uma lista. O próprio BlogEngine.NET deste site tem seu ícone padrão, que é o desenho de uma chave de boca.

Para trocar o ícone padrão pelo seu próprio, primeiro crie a imagem com a extensão .ico. Depois coloque-a dentro do diretório pics. Por último,  mude a seguinte linha no arquivo site.master do tema que você estiver utilizando:


<link rel="shortcut icon" href="~/pics/nomedoarquivo.ico" type="image/x-icon"/>

No caso do BlogEngine.NET, o nome do arquivo .ico é você quem escolhe.

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BlogEngine.NET

Lançamentos Contábeis: venda de mercadoria adquirida para revenda

por Luciano Carvalho em 13 de abril de 2010, às 15:50

Nossa empresa é uma distribuidora de produtos de informática contribuinte do ICMS (estadual) e do IRPJ no modelo Lucro Real. Seguindo com os lançamentos contábeis pertinentes a nossa atividade, vamos analisar a venda de mercadorias que foram adquiridas para revenda.

Como contribuintes do Lucro Real, operamos com o PIS e a COFINS não cumulativos. Qualquer faturamento da empresa gera um débito de 1,65% de PIS e 7,6% de COFINS. Aqui no DF, as alíquotas de ICMS na saída de mercadoria variam de 12% a 17%. Nas vendas interestaduais entre contribuintes do ICMS a partir do DF, apenas uma alíquota se aplica: 12%. Nas vendas internas no DF ou para fora do DF para não contribuintes do ICMS, aplica-se a aliquota referente a cada mercadoria, podendo haver redução de base de cálculo, por exemplo, de 58,33% para produtos de informática constantes do Anexo VI do RICMS, o que reduz o débito de 12% para 7% do valor da operação, mas exige estorno proporcional do crédito obtido na entrada da mercadoria.

Já há decisão definitiva da justiça onde a redução de base de cálculo é considerada uma isenção parcial. A legislação manda estornar o crédito obtido na entrada de mercadorias cuja saída será isenta de imposto. Numa saída "parcialmente isenta" o crédito deve, assim, ser parcialmente estornado. Embora este raciocínio seja lógico e a redução de base de cálculo seja opcional, a obrigação do estorno continua parecendo injusta. O imposto efetivamente pago numa redução de base de cálculo para equivaler a 7% fica bem maior que 7%. Leia mais...

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Contabilidade | SPED Contábil | Fiscal

Lançamentos Contábeis: compra de mercadorias para revenda

por Paulo Garcia em 13 de abril de 2010, às 11:46

Nossa empresa é uma distribuidora de produtos de informática contribuinte do ICMS (estadual) e do  IRPJ no modelo Lucro Real. Seguindo com os lançamentos contábeis pertinentes a nossa atividade, vamos analisar a compra de mercadorias para revenda.

Como contribuintes do Lucro Real, operamos com o PIS e a COFINS não cumulativos, então nossas compras de mercadorias para revenda geram crédito de 1,65% de PIS e 7,6% de COFINS. Aqui no DF, as alíquotas de ICMS na entrada variam de 7% a 17%. Nas compras interestaduais, apenas duas alíquotas se aplicam a qualquer mercadoria ou serviço de transporte: 7% e 12%. Quando o destino é o Distrito Federal e a origem Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina ou São Paulo, a alíquota é 7%. Origem nos demais estados, 12%. Já nas compras internas, aplica-se a aliquota referente a cada mercadoria, podendo inclusive haver redução de base de cálculo, por exemplo, de 58,33%, o que reduz o crédito de 12% para 7%.

Como distribuidor, não sabemos qual a alíquota do ICMS será aplicada no momento da venda. Ela depende do comprador ser ou não contribuinte do ICMS e estar dentro ou fora do DF. Como nosso sistema rastreia cada transação e mercadoria no estoque, fazemos o eventual estorno de crédito de ICMS - devido pela redução de base de cálculo na saída - no momento da efetiva saída da mercadoria.Leia mais...

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Contabilidade | SPED Contábil | Fiscal

Como saber qual operadora presta o serviço de um número fixo ou de celular?

por Luciano Carvalho em 7 de abril de 2010, às 13:24

Após a implantação da portabilidade numérica no Brasil, o usuário passou a ser dono do seu número de telefone. Assim, não é mais possível identificar a operadora apenas pelo prefixo do número. Ficou mais difícil responder ao problema: dado um número, qual tronco da minha central telefônica devo utilizar para obter a melhor tarifa?

A Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações – ABR Telecom é a entidade administradora da portabilidade numérica no Brasil. Eles disponibilizam uma consulta aberta ao público de qual é a operadora de um dado número (fixo ou móvel). A porta TCP não é a 80 (padrão do HTTP) mas sim 8080. Se a página não carregar, fale com o administrador da rede que você está usando, pois provavelmente há um regra no firewall impedindo o acesso.

Para quem pensou em automatizar esta consulta, este não deve ser o melhor caminho. A página, apesar de pública, tem um captcha. Captcha é uma imagem gerada aleatoriamente que desafia o usuário a resolver o problema apresentado. Isto garante, até certo ponto, que a consulta está sendo feita por um humano e não por processo automatizado.

Atualização (19/4/2010): Logo após a publicação deste artigo Leia mais...

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